Resta um! Jogadores fora dos planos do Atlético-MG traçam destino; falta volante Zé Welison

 Resta um! Jogadores fora dos planos do Atlético-MG traçam destino; falta volante Zé Welison

Jogador é o remanescente na lista de jogadores que foram comunicados que não mais fariam parte dos treinos de Sampaoli no CT; contrato é até dezembro de 2023

Na próxima semana, o Atlético-MG vai confirmar as saídas por empréstimo do volante Ramón Martínez (Coritiba) e do lateral Lucas Hernández (Cuiabá). Assim, da lista de jogadores fora dos planos para o retorno de treinos em maio, apenas o volante Zé Welison tem futuro ainda indefinido.

O jogador, que ficou marcado por falhas na era Dudamel, tem contrato até dezembro de 2023. A rescisão causaria prejuízos aos cofres do Atlético, a não ser que haja um acordo amigável para diminuir as despesas. Caso contrário, a saída deve ser por empréstimo. Mas não apareceu nenhuma negociação.

Enquanto isso, Zé Welison, que já completou seis meses sem jogar (a última vez foi no dia 1º de março), treina por conta própria, sem ir ao CT, diferentemente do que acontece com outros atletas fora dos planos – Cazares, por exemplo, que tem treinado com a equipe de transição.

Contratado em julho de 2018, por empréstimo, vindo do Vitória, Welison foi contratado em definitivo pelo Atlético em janeiro de 2019. Se ficar sem definição de futuro de maio até o fim do ano, representará um gasto de R$ 720 mil do Galo, contando o salário na CLT do jogador.

Há quase quatro meses, Ricardo Oliveira, Franco Di Santo, Edinho e os três jogadores já citados ficaram ausentes da convocação para reapresentação dos exames da Covid-19 no Atlético, que marcaram o retorno às atividades. Di Santo e Edinho foram os primeiros a acertarem a saída. O argentino rescindiu amigavelmente e assinou com o San Lorenzo. Edinho foi emprestado ao Daejeon Hana Citizen, da Coreia do Sul, por 12 meses.

Enquanto Ricardo Oliveira, José Welison e Franco Di Santo assinaram no Atlético estando “livres no mercado”, o trio Edinho, Ramón Martínez e Lucas Hernández custou R$ 20 milhões ao Galo.

Ricardo Oliveira foi, até o momento, o único caso que gerou ação trabalhista. O atacante pediu a rescisão contratual unilateral via liminar, concedida pela justiça. A rescisão já saiu no BID, e o veterano pode assinar com outro clube. O Galo contesta a decisão e tenta anular o processo de Oliveira, alegando que qualquer litígio com o atacante deve ser resolvido pela Câmara Nacional de Resoluções de Disputas.

Fonte: GE