Bocaiuvenses podem se inscrever em várias modalidades

 Bocaiuvenses podem se inscrever em várias modalidades

MEC oferta novas oportunidades de qualificação profissional a distância

Em tempos de medidas de prevenção do coronavírus, é possível se qualificar para o mercado de trabalho mesmo sem sair casa. O Programa Novos Caminhos priorizou a oferta de cursos de qualificação profissional a distância e, com isso, prevê lançar até junho 122 mil novas oportunidades, todas gratuitas, que serão disponibilizadas por instituições parceiras. Participe e se prepare para os futuros desafios do mercado de trabalho!

Conheça abaixo as opções que estão com inscrições abertas para processo seletivo no Instituto Federal do Norte de Minas Gerais e acesse o site para mais informações. Caso não encontre o curso desejado agora, acesse futuramente, pois sempre há a abertura de novas oportunidades.

  • Agente Comunitário de Saúde
  • Assistente Administrativo
  • Assistente Financeiro
  • Língua Brasileira de Sinais (Libras) – Intermediário

Empório Natural

Nesse momento de isolamento social e reclusão, as oportunidades virtuais são a saída mais acessada por milhares de pessoas no mundo inteiro, o que não se difere dos bocaiuvenses, e nada melhor para esse momento do que aprender uma nova profissão e ainda por cima sem custo nenhum.

A Educação Profissional e Tecnológica é uma modalidade de ensino de extrema relevância estratégica para o Brasil. Além do potencial para a ampliação de oportunidades de inserção socioprodutiva de milhões de brasileiros, contribui para impulsionar a produtividade e a competitividade nacional.

Como fator imprescindível para o crescimento econômico e importante diferencial na competitividade, a oferta de cursos de Educação Profissional e Tecnológica deve estar articulada à política de geração de emprego e renda e alinhada às demandas do setor produtivo. Deve ainda estimular o desenvolvimento contínuo de soluções técnicas e tecnológicas para fazer frente às demandas internas e aos fluxos crescentes de competitividade no cenário nacional e internacional – comprometida, assim, com o dinamismo, o empreendedorismo e a prosperidade do país.

Diante de cenários produtivos cada vez mais dinâmicos e complexos, a formação de profissionais qualificados para a inserção no mundo do trabalho exige conhecimentos atualizados para atuar frente ao desenvolvimento constante de novas tecnologias, processos produtivos e relações comerciais e sociais.

Um contexto que demanda tanto competências técnicas específicas da ocupação (hard skills) como também outras (soft skills), tais como criatividade, capacidade de trabalho em equipe e adaptação, construção de soluções e atuação com autonomia.

A oferta de cursos no âmbito da Educação Profissional e Tecnológica deve estar alinhada às demandas do setor produtivo e à política de emprego e renda, para permitir, entre outros resultados desejados, que o investimento em qualificação forme profissionais que sejam rapidamente integrados ao mundo do trabalho.

Esse alinhamento deve considerar, entre outros aspectos, a identificação de demandas atuais, bem como o planejamento da oferta de cursos que possibilitem o desenvolvimento em setores específicos da economia, conforme a vocação produtiva de cada região.

Segundo dados do Mapa do Trabalho Industrial 2019-2023[1], realizado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), estima-se que o Brasil terá de qualificar 10,5 milhões de trabalhadores em diversas ocupações até 2023. Ocupações específicas, tais como Condutores de Processos Robotizados e Técnicos em Mecânica Veicular, terão taxas de crescimento de 22,4% e 19,9%, respectivamente, até 2023.

Conforme o Relatório sobre o Futuro dos Empregos 2018[1], do Fórum Econômico Mundial, no universo das grandes empresas, cerca de 75 milhões de empregos serão perdidos no mundo para a automação até 2022. Outras 133 milhões de novas ocupações surgirão, no mesmo contexto, na nova divisão do trabalho entre humanos, máquinas e algoritmos.

Destacam-se, nas previsões desse estudo, funções significativamente baseadas no uso de tecnologias digitais, tais como aquelas relacionadas à inteligência artificial e aprendizagem de máquina, big data, automação de processos, segurança da informação, experiência do usuário, design de interação homem-máquina, robótica, entre outras.

A Reforma do Ensino Médio (Lei nº 13.415, de 13 de fevereiro de 2017) promoveu alterações na Lei de Diretrizes e Bases da Educação, entre as quais se destaca a definição de itinerários formativos. Eles deverão ser organizados em conjunto com a Base Nacional Curricular Comum, mediante oferta de diferentes arranjos curriculares, de acordo com a relevância para o contexto local e as possibilidades dos diferentes sistemas de ensino. Um dos percursos de formação do Ensino Médio se refere ao itinerário da Formação Técnica e Profissional.

O prazo para sua implementação é até 2022. Será necessário considerar as possibilidades locais – o diagnóstico dos recursos de cada rede de ensino, necessidades de elaboração ou reelaboração dos currículos estaduais, entre outros desafios – pensando as mudanças de forma prática nas escolas de Ensino Médio.

A partir da implementação do novo itinerário, o estudante que ingressar no Ensino Médio poderá optar pela formação técnica e profissional dentro da carga horária do ensino médio regular. É possível estimar, com base no Censo da Educação Básica[1], que a partir de 2020 serão mais de 2 milhões de ingressantes no Ensino Médio por ano.