A Obesidade e o Coronavírus

 A Obesidade e o Coronavírus

Devido às novas restrições, a má alimentação ganha impulso em Bocaiuva, porém, aliado ao sedentarismo do isolamento social pode ser fatal

Com o comércio fechando em horários no meio da tarde, principalmente supermercados e mercearias, a população acaba por fazer uso de lanches aos finais de tarde e durante a noite em Bocaiuva, muitas das vezes não é por opção, mas sim por falta dela, já que comércios que poderiam oferecer outro tipo de alimentação seguem fechado nos horários pós trabalho para a maioria da população.

Porém, aliado ao sedentarismo, esse também forçado pelo isolamento social, o consumo de alimentos considerados não tão saudáveis podem esconder perigos ainda mais vertiginosos durante a pandemia do novo coronavírus. Bolachas, refrigerantes, comida industrializada e lanches rápidos, são os mais utilizados nesse momento, entretanto o prejuízo à saúde pode ser incalculável.

Estudos mostram que os níveis de exercício caíram durante o isolamento e permaneceram mais baixos do que o normal, mesmo onde as restrições foram suspensas. Autoridades em saúde temem um aumento na obesidade e outras doenças, principalmente quando aliados a má alimentação.

Embora haja muito debate sobre a contagem de passos como medida de condicionamento físico e conselhos médicos mais recentes sugiram que a intensidade do exercício é mais importante do que a quantidade, estudos têm mostrado que uma contagem de passos mais alta está associada a uma saúde melhor.

Eles temem que uma queda brusca nos níveis de condicionamento físico possa ser seguida por um aumento nas doenças crônicas associadas à falta de exercícios físicos, como obesidade e problemas cardíacos.

Algumas dessas condições também tornam as pessoas mais propensas a sofrer os efeitos graves da Covid-19, em meio a relatos de segundas ondas de contágio em várias partes do globo.